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Opera adiciona Tether Gold ao MiniPay e amplia acesso a ouro

2026/02/04 00:00
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Opera Tether Gold
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A Opera anunciou a integração do Tether Gold (XAUT) ao MiniPay, sua carteira cripto nativa para dispositivos móveis, ampliando o acesso a ouro tokenizado em mercados emergentes. O anúncio ocorre em um momento de maior busca por proteção de valor, com o Bitcoin em reais acumulando alta de 82,33% em 12 meses e negociado a 623.219 BRL em fevereiro de 2026. O pano de fundo é a consolidação de stablecoins e ativos do mundo real (RWA) como alternativa de hedge em economias com histórico de inflação elevada.

Embora o XAUT não tenha reação de preço diária tão volátil quanto criptomoedas, o ouro à vista opera próximo de US$ 2.030 por onça, com variação de +6,1% em 12 meses, sustentando a atratividade do token lastreado. Para investidores brasileiros, o movimento conecta cripto a um ativo tradicional de preservação de valor, agora acessível via smartphone.

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A integração também ocorre enquanto produtos regulados ganham tração no país, com ETFs de Bitcoin e Ethereum criando precedentes para a adoção institucional e ampliando a confiança do varejo em soluções cripto estruturadas.

O que é o Tether Gold e por que o MiniPay importa?

O Tether Gold (XAUT) é um token lastreado em ouro físico, com cada unidade representando uma onça troy armazenada em cofres na Suíça. Diferente de stablecoins como USDT, que replicam o dólar, o XAUT acompanha o preço do ouro, funcionando como proteção contra volatilidade cambial e inflação.

O MiniPay, da Opera, é uma carteira integrada ao navegador e focada em uso móvel em regiões como América Latina, África e Ásia. Ao adicionar o XAUT, a Opera conecta milhões de usuários a instrumentos de tokenização de ativos reais, reduzindo barreiras de entrada que antes exigiam corretoras ou custódia tradicional.

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Como isso pode impactar investidores brasileiros?

Para brasileiros, o acesso a ouro tokenizado cria uma alternativa direta de hedge em dólar sem sair do ecossistema cripto. Em um cenário em que o real segue sensível a ciclos globais de juros, ativos como o ouro tokenizado da Tether ganham relevância como instrumento de diversificação.

Dados de mercado mostram interesse crescente: o BTC/BRL segue acima das médias móveis de 200 dias, com RSI diário em torno de 61, sinalizando tendência ainda construtiva. Esse apetite por cripto abre espaço para produtos menos voláteis, como RWAs, dentro das carteiras do varejo.

Avanço dos RWAs reforça tendência institucional

A iniciativa da Opera se soma a um movimento mais amplo de expansão do mercado de ativos tokenizados. Projeções indicam que stablecoins e RWAs devem ganhar participação institucional no Brasil até 2026, impulsionados por maior clareza regulatória e demanda por eficiência operacional.

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No exterior, o crescimento de soluções móveis também acompanha a narrativa de inclusão financeira. Em mercados emergentes, onde o acesso a contas em dólar é limitado, tokens lastreados em ativos reais funcionam como ponte entre finanças tradicionais e blockchain.

Riscos e limitações do ouro tokenizado

Apesar das vantagens, o XAUT não elimina riscos. O investidor segue exposto à custódia centralizada do ouro e à governança do emissor, além de menor liquidez quando comparado a USDT ou USDC. Movimentos abruptos no preço do ouro também podem gerar variações que fogem à expectativa de estabilidade.

Além disso, o uso via MiniPay depende da adoção efetiva do aplicativo no Brasil, ainda em estágio inicial quando comparado a exchanges locais consolidadas.

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No conjunto, a adição do Tether Gold ao MiniPay sinaliza um passo concreto na convergência entre cripto e ativos tradicionais. Para investidores brasileiros, o movimento amplia o leque de estratégias defensivas dentro do ecossistema digital, ao mesmo tempo em que reforça a tendência de tokenização que deve ganhar força nos próximos anos.

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