A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) passou a reconhecer oficialmente o blockchain como tecnologia habilitadora de novas atividades no mercado de energia elétrica. A mudança consta na Resolução Normativa nº 1.150, publicada em janeiro.
A atualização do marco regulatório não cria regras técnicas específicas. Mas abre espaço para que empresas do setor utilizem blockchain — uma tecnologia de registro distribuído que funciona como um livro-razão digital compartilhado e imutável — como base para novos serviços.
O movimento sinaliza que a tecnologia começa a ganhar relevância em setores altamente regulados, como o de energia. A medida levanta discussões sobre temas como tokenização (transformação de ativos em tokens digitais), transparência e relacionamento com o consumidor final.
Vilton Brito, CMO do Uau CAIXA, programa de fidelidade da Caixa Econômica Federal, pode comentar como o blockchain já vem sendo aplicado em diferentes contextos. Ele destaca os principais diferenciais da tecnologia e explica por que ela se tornou estratégica tanto para o agronegócio quanto para ecossistemas de fidelidade, consumo e serviços essenciais.
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