O petróleo bruto é a matéria-prima essencial para combustíveis como gasolina, diesel e querosene. Seu processamento envolve refinarias especializadas que aplicam técnicas físicas e químicas, garantindo eficiência energética e qualidade, com impactos diretos no transporte, indústria e economia global.
O processo começa com a destilação fracionada, realizada em torres altas dentro das refinarias. O petróleo é aquecido até evaporar, separando suas frações conforme ponto de ebulição, permitindo obter componentes líquidos como gasolina, querosene e diesel.
Cada fração contém hidrocarbonetos com diferentes cadeias químicas. Essa separação inicial é essencial para o refino, garantindo que os derivados atendam normas técnicas da Agência Nacional do Petróleo (ANP), incluindo controle de octanagem, viscosidade e densidade exigidos para cada combustível.
O processo de destilação e craqueamento que garante gasolina, diesel e querosene compatíveis com motores
A gasolina é obtida principalmente das frações leves da destilação, mas requer processos adicionais como reformação catalítica e craqueamento. Essas etapas aumentam a quantidade de moléculas adequadas, melhorando octanagem, combustão e rendimento nos motores automotivos.
A adição de aditivos específicos garante estabilidade, controle de poluentes e proteção de sistemas de injeção. A produção segue regulamentações da ANP e padrões ambientais, assegurando que a gasolina comercializada seja segura, eficiente e compatível com os motores brasileiros.
A produção do diesel envolve diversas etapas industriais que transformam o petróleo cru em um combustível adequado às exigências técnicas, ambientais e de desempenho dos motores modernos. Cada fase tem uma função específica no refinamento.
Principais etapas do processo:
O querosene é derivado de frações intermediárias do petróleo e refinado por processos de destilação e tratamento catalítico. Esse combustível é utilizado principalmente na aviação e em sistemas de aquecimento, exigindo alto padrão de pureza e estabilidade térmica.
O refinamento do querosene inclui remoção de enxofre, água e impurezas para garantir combustão eficiente e segurança operacional. Normas da ANP e da International Air Transport Association (IATA) definem parâmetros de qualidade e transporte para uso civil e industrial.
O processo de destilação e craqueamento que garante gasolina, diesel e querosene compatíveis com motores
Antes de chegar ao consumidor, gasolina, diesel e querosene passam por testes laboratoriais, controle de densidade, viscosidade e teor de enxofre. Essas análises garantem conformidade com padrões técnicos e ambientais, evitando falhas de desempenho e riscos aos motores.
As refinarias seguem protocolos rigorosos de armazenamento, transporte e manuseio, documentados em licenças e certificados da ANP e órgãos ambientais. Esse controle assegura que cada lote de combustível atenda aos requisitos legais e técnicos, promovendo segurança e eficiência energética.
O refino envolve riscos químicos, explosões e poluição. Por isso, refinarias adotam sistemas de ventilação, monitoramento de vazamentos e protocolos de emergência. A operação exige equipes treinadas e conformidade com normas da ANP e Ibama para proteção ambiental e humana.
Além disso, cada tipo de combustível tem limitações quanto a viscosidade, ponto de fulgor e pureza. O controle rigoroso evita contaminação e falhas de desempenho, garantindo que gasolina, diesel e querosene sejam adequados para transporte, aviação e indústria, mantendo eficiência e segurança.
O post Refino de petróleo explicado: etapas essenciais para transformar óleo bruto em combustíveis de alta qualidade apareceu primeiro em Monitor do Mercado.


