Ex-diretor de Fiscalização e ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária foram alvos da 3ª fase da Compliance ZeroEx-diretor de Fiscalização e ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária foram alvos da 3ª fase da Compliance Zero

Sindicato diz confiar no BC após operação mirar funcionários

2026/03/06 06:31
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O Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) afirmou nesta 5ª feira (5.mar.2026) confiar na solidez institucional do Banco Central. A manifestação se dá após a investigação que apura suspeitas de irregularidades ligadas ao Banco Master descobrir o envolvimento de funcionários de carreira da autoridade monetária.

“Confiamos na solidez institucional do Banco Central do Brasil, na qualidade técnica e ética de seu corpo funcional e na atuação dos órgãos responsáveis pela apuração”, afirmou o sindicato. Disse também que, caso irregularidades sejam comprovadas, os responsáveis devem ser punidos conforme a lei, preservando a credibilidade da instituição perante a sociedade.

O sindicato emitiu a nota 1 dia depois de o ex-diretor de Fiscalização do BC Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC, terem sido alvo de mandados de busca e apreensão na 3ª fase da operação Compliance Zero.

A operação investiga possíveis irregularidades relacionadas à gestão do Master.

Os 2 funcionários estavam afastados de suas funções por decisão anterior do Banco Central.

Em nota, o sindicato afirmou que acompanha “com atenção” os desdobramentos do caso. “Sem entrar no mérito das apurações em curso, reafirmamos nosso compromisso com a institucionalidade da autarquia, com o respeito às decisões das autoridades competentes e com os princípios que regem o Estado Democrático de Direito”, declarou.

Defesa do devido processo

O Sinal afirmou ser fundamental que os fatos sejam completamente esclarecidos, com respeito às garantias legais previstas. Segundo o sindicato, a apuração deve ocorrer com observância do devido processo legal, do direito ao contraditório e da ampla defesa. A entidade afirma que essas garantias são essenciais para assegurar a legitimidade das decisões e a segurança jurídica.


Com informações da Agência Brasil.

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