Michael Saylor afirmou que a computação quântica não é um risco exclusivo do Bitcoin, pois uma tecnologia capaz de quebrar sua criptografia também afetaria bancos, nuvem e a internet.
O debate surgiu após uma discussão com Chamath Palihapitiya sobre a resiliência dos ativos digitais e o futuro da infraestrutura global.
Saylor afirma que, se computadores quânticos quebrarem a criptografia atual, o impacto será sistêmico, portanto, o risco não se limita ao Bitcoin.
Além disso, ele destaca que bancos, nuvem e redes corporativas usam a mesma base de segurança.
Durante o debate, ele disse que “Toda a infraestrutura atualiza ao mesmo tempo.”, defendendo uma transição coordenada para criptografia pós-quântica (PQC).
Assim, governos, instituições financeiras e empresas precisariam atualizar seus sistemas ao mesmo tempo.
Palihapitiya questionou a durabilidade dos modelos de negócio diante da rápida disrupção da inteligência artificial.
Como resultado, ele alertou para maior volatilidade nos mercados. Entretanto, Saylor argumentou que o cenário pode fortalecer o Bitcoin como “capital digital”, com escassez e neutralidade.
Saylor trata o avanço quântico como uma adaptação global, sem colapso generalizado. Nesse contexto, ele acredita que a segurança digital migrará para novos padrões.
Portanto, sistemas militares, bancos centrais e grandes empresas terão de atualizar protocolos.
Ele também afirma que a comunidade cripto já estuda soluções futuras, dessa forma, o setor pode se antecipar ao risco.
Além disso, uma eventual mudança pode exigir novas chaves, enquanto moedas perdidas permaneceriam inativas, reduzindo a oferta efetiva.
Especialistas ainda discutem prazos para computadores quânticos capazes de quebrar criptografia moderna. Por isso, instituições investem em segurança pós-quântica.
Assim, o tema segue em análise, sem sinais imediatos de ruptura, mas com atenção crescente.
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