Em 2026, a rotina de entregas exige máquinas indestrutíveis. A moto de trabalho precisa unir resistência mecânica com baixo custo de rodagem para garantir o lucro no final do dia.
A Honda CG 160 continua sendo a referência absoluta para o trabalho pesado. As versões Cargo e Titan oferecem um chassi reforçado que suporta o peso do baú sem trincar. O motor simples aceita desaforo e funciona bem mesmo no calor extremo do trânsito.
A facilidade de encontrar peças garante que a moto nunca fique parada na oficina. Confira na lista abaixo os atributos essenciais para o uso severo:
Moto mais vendida do país recebe novos itens de segurança e preço abaixo de R$ 20 mil – Foto: Honda/Divulgação
A Yamaha Factor 150 aposta na durabilidade com pistão forjado e cilindro revestido em cerâmica. Ela vibra menos que a rival, garantindo conforto para quem pilota por horas. O tanque gigante de 15,7 litros é um diferencial enorme, reduzindo as paradas no posto.
A Bajaj Dominar 160 corre por fora com freio ABS de dois canais e mais potência, focando em segurança. A seguir, veja os dados da tabela para comparativo das melhores opções de trabalho:
| Modelo | Foco Principal | Tanque | Motor |
| Honda CG 160 Cargo | Resistência | 16,1 L | Ar |
| Yamaha Factor 150 | Conforto | 15,7 L | Ar |
| Bajaj Dominar 160 | Segurança | 12,0 L | Ar/Óleo |
| Honda NXR 160 Bros | Piso Ruim | 12,0 L | Ar |
Para quem enfrenta ruas esburacadas, a Honda NXR 160 Bros é a ferramenta certa. A suspensão de longo curso absorve impactos que destruiriam uma moto street comum em poucos meses. Já a Yamaha Crosser 150 traz freio ABS na dianteira de série, oferecendo segurança extra em dias de chuva.
Esses modelos custam um pouco mais, mas economizam na manutenção da estrutura a longo prazo. O conforto de passar por lombadas e buracos sem sentir a batida seca preserva a coluna do piloto profissional.
Nova Bros apresentando um diferencial inesperado dentro das motos da mesma categoria Honda NXR 160 Bros Créditos: Honda/Divulgação
Leia também: Nova naked da Honda entrega pilotagem ágil, eletrônica completa e desempenho fácil no dia a dia
A manutenção preventiva é o segredo para essas motos passarem dos 100 mil km sem abrir o motor. Trocar o óleo religiosamente no prazo correto é o investimento mais barato para garantir a longevidade das peças móveis. O filtro de ar limpo também evita que o motor “respire” poeira e perca compressão.
O próximo passo ideal é sentar na moto e verificar se a altura do guidão e a densidade do banco não cansam suas costas. O conforto ergonômico é tão importante quanto a mecânica para quem vive sobre duas rodas o dia inteiro.
O post Motos que não quebram em 2026 garantem lucro diário para quem vive de entregas e longas jornadas apareceu primeiro em Monitor do Mercado.


