Senador diz que o Brasil “não vive uma democracia plena” e atribui decisões judiciais recentes a uma perseguição política contra a oposiçãoSenador diz que o Brasil “não vive uma democracia plena” e atribui decisões judiciais recentes a uma perseguição política contra a oposição

Flávio Bolsonaro critica Lula, STF e Macron em TV francesa

2026/02/10 16:57
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Em entrevista ao vivo concedida à CNews na 2ª feira (9.fev.2026), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o chefe do Executivo francês, Emmanuel Macron (Renascimento, centro).

O pré-candidato à Presidência afirmou que o Brasil “não vive uma democracia plena” e atribuiu decisões judiciais recentes a uma perseguição política contra a oposição.

Durante a conversa, Flávio voltou suas críticas ao STF e mencionou por diversas vezes o nome de Moraes. Segundo o senador, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria sido condenado por “inimigos políticos” –o que, segundo ele, mostra a deterioração institucional no país.

O senador abordou as investigações envolvendo o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e citou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, ao falar de suspeitas de desvios em benefícios previdenciários. Ele afirmou que o caso evidenciaria uma “crise moral” no Brasil.

“O Brasil passa hoje por graves acusações de roubo de aposentados do nosso sistema previdenciário, sendo que é acusado de desviar dinheiro o próprio filho do presidente Lula”, disse

Investigações apuram eventuais ligações de Lulinha com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Em declaração recente, Lula disse que, se houver envolvimento do filho, deverá “pagar o preço”.

Na avaliação de Flávio, Brasil e França deveriam eleger “novos presidentes” no próximo ciclo eleitoral. Ao criticar Macron, o senador disse que o país europeu “não aguenta mais um governo de extrema incompetência”, e que a nação sul-americana não suportaria outro mandato “de extrema-esquerda”.

Ele acusou o presidente francês de visitar o Brasil “apenas para tirar fotos abraçando árvores na Amazônia” e afirmou que críticas ambientais feitas por Macron se concentraram no período em que Jair Bolsonaro governava o país.

Macron esteve no Brasil em 2024 e também participou da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima), realizada em Belém, onde tratou de cooperação ambiental com o governo brasileiro.

Questionado pelos entrevistadores sobre política internacional, Flávio comentou a retirada de Alexandre de Moraes de uma lista de sanções da Lei Magnitsky pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano). Segundo ele, a decisão estaria ligada à importância estratégica do Brasil na geopolítica global. Em outro momento, classificou o acordo entre União Europeia e Mercosul como “passo adiante importante”, afirmando que o pacto não teria impacto relevante sobre produtores rurais franceses.

Flávio já esteve em Israel nos últimos dias e está na Europa para uma série de encontros com políticos da direita europeia. Ele divulgou imagem ao lado da deputada Marion Maréchal, ligada ao Reunião Nacional.

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