Presidentes do PP e do União Brasil afirmam que é necessário se atentar a narrativas que querem descredibilizar ministro; Paulinho da Força, presidente do SolidPresidentes do PP e do União Brasil afirmam que é necessário se atentar a narrativas que querem descredibilizar ministro; Paulinho da Força, presidente do Solid

Rueda e Ciro Nogueira saem em defesa de Toffoli após caso Master

2026/02/14 07:00
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Os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do União Brasil, Antonio Rueda, saíram em defesa nesta 6ª feira (13.fev.2026) do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli. A declaração foi feita depois que o magistrado deixou a relatoria do Caso Master. André Mendonça é o novo relator.

“Nesse momento, é essencial nos atentarmos às narrativas que querem colocar a população contra Dias Toffoli e tudo que ele fez e faz pelo país enquanto ministro no STF”, afirmaram os presidentes em nota conjunta.

O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), também defendeu a atuação de Toffoli no Supremo. “Não se pode admitir que corporações e uma parcela da mídia promovam o linchamento moral de autoridades públicas com base em pré-julgamentos e vazamentos seletivos de elementos de informação”, diz um trecho do comunicado.

MASTER E STF

André Mendonça assumiu na 5ª feira (12.fev.2026) a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master. O novo relator foi sorteado após Toffoli pedir para sair da relatoria do caso. 

O ministro tinha 8 votos a seu favor para permanecer no caso. Só Edson Fachin e Cármen Lúcia sinalizavam ser contrários. Mas prevaleceu sugestão de Flávio Dino para uma nota pública com todos apoiando Toffoli e uma troca na relatoria da investigação.

A decisão se deu depois de uma reunião entre os ministros que durou cerca de 3 horas. O presidente do Tribunal recebeu da Polícia Federal o relatório de apurações e decidiu apresentar o conteúdo para todos os ministros.

Toffoli era o relator de uma das apurações relacionadas ao Banco Master no STF, que trata principalmente da tentativa de compra da instituição pelo BRB (Banco de Brasília).

O caso chegou ao Supremo por envolver autoridades com prerrogativa de foro: na operação Compliance Zero, que investiga o Master, foi encontrado pela Polícia Federal um envelope com o nome do deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) em um endereço ligado a Vorcaro.

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