Muitas pessoas entram no mundo dos leilões atraídas pelos descontos, mas saem amargando perdas financeiras. Saber como evitar prejuízo é tão importante quanto saber lucrar. O risco no leilão não está na modalidade em si, mas na falta de conhecimento sobre os custos ocultos e o tempo de maturação do investimento.
Os melhores imóveis não chegam para todo mundo ao mesmo tempo. Entre no grupo e receba ofertas exclusivas de imóveis de leilão e retomados.
Comprar um imóvel ocupado é a regra, não a exceção. O prejuízo acontece quando o arrematante não calcula o custo e o tempo da desocupação. Se o ocupante for o ex-proprietário, a imissão na posse costuma ser rápida. Porém, se houver um inquilino com contrato de locação vigente e averbado na matrícula, você terá que respeitar o prazo do contrato, ficando com o capital “preso” sem poder usar o bem.
Além disso, existe o risco da depredação. O ocupante, ao saber que perdeu o imóvel, pode retirar pias, fiação, portas e janelas. O arrematante precavido reserva uma verba de contingência para reformas pesadas, garantindo que o imóvel volte a ser habitável sem estourar o orçamento previsto.
Quem busca entender a posse de imóvel arrematado pode se surpreender com obrigações e riscos ocultos. Veja o que realmente acontece depois do lance vencedor – Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi
Imóveis abaixo do preço de mercado? Receba as melhores oportunidades direto no seu WhatsApp. Acesse o grupo gratuito!
Um erro clássico é comprar um imóvel “barato” em uma região onde ninguém quer morar. Liquidez é a velocidade com que você transforma o tijolo em dinheiro. Comprar uma mansão em bairro popular ou um apartamento gigante em área de estudantes pode significar anos pagando condomínio vazio. A análise de mercado da região é sua defesa contra o imóvel “mico”.
A tabela abaixo compara perfis de compra para evitar erros de estratégia:
| Objetivo | Foco Principal | Maior Risco de Prejuízo |
|---|---|---|
| Para Morar | Localização e gosto pessoal | Gastar demais na reforma emocional |
| Para Revender | Preço e velocidade de venda | Errar a avaliação de mercado (liquidez) |
| Para Alugar | Rentabilidade mensal | Vacância alta na região |
Quem encontra primeiro, paga menos. Nesse grupo de WhatsApp você recebe ofertas de imóveis retomados e de leilão antes de todo mundo.
A desocupação envolve custos que não aparecem no edital. Você precisará contratar um advogado especialista (caso não seja um), pagar as custas processuais para o oficial de justiça e, muitas vezes, arcar com o caminhão de mudança e o depósito dos móveis do despejado. Tentar fazer a desocupação “na força” é ilegal e pode gerar processos de danos morais contra você.
Esteja atento a estes gastos “invisíveis”:
Pequeno detalhe no edital influencia decisões e leva candidatos a prejuízos financeiros Leilão – Créditos: depositphotos.com / AndrewLozovyi
Leilões e imóveis retomados: sua chance de comprar bem. Entre no grupo e receba ofertas selecionadas direto no WhatsApp.
O leilão não é para quem tem pressa desesperada. O trâmite burocrático, desde a batida do martelo até o registro no seu nome, pode levar de 3 a 6 meses (ou mais, se houver recursos judiciais). Quem usa dinheiro que vai precisar no curto prazo acaba tendo que vender o imóvel “no desespero”, queimando o lucro obtido na compra.
Para evitar prejuízo em leilão, você deve ser cético e calculista. Considere sempre o pior cenário de tempo e custo. Se a conta fechar mesmo no pior cenário, o negócio é bom. Se o lucro depender de tudo dar certo, é uma aposta arriscada que deve ser evitada.
O post O erro silencioso que faz investidores perderem dinheiro em leilão de imóveis apareceu primeiro em Monitor do Mercado.


